As deformidades esqueléticas ocorrem amplamente em peixes marinhos e de água doce. Vários tipos de deformidades foram relatados em diferentes espécies de peixes, incluindo lordose, cifose, escoliose, deformidades mandibulares, opérculo semiaberto, corpo atrofiado, cabeça achatada, barbatanas duplas, fusão de barbatanas e mordidas cruzadas. As deformidades esqueléticas ocorreram devido a muitas causas: químicas, físicas e biológicas. As causas biológicas incluem infeções virais, bacterianas e parasitárias. Também causas nutricionais, como deficiência de fósforo e vitamina C, níveis elevados de vitamina A e, finalmente, causas genéticas. As deformidades podem ser diagnosticadas através de exame clínico, radiografia, ecografia, histopatologia, técnicas de coloração e análise genética. A radiografia e a ecografia são as duas técnicas mais rápidas disponíveis para detetar deformidades esqueléticas. Outras técnicas de diagnóstico menos rápidas incluem histopatologia, coloração especial e análise genética. As deformidades esqueléticas podem afetar o funcionamento fisiológico normal dos peixes, perturbando a flutuabilidade, o que pode acabar por prejudicar a capacidade dos peixes de se alimentarem, reproduzirem e evitarem predadores.